domingo, setembro 26, 2004

Quando chega a Morte - Para VelvetSatine

Eu quero e exijo em testamento ser cremado e que as minhas cinzas sejam deitadas fora.
Fim ou não, se o corpo é o invólucro da alma, para esta vida já não serve para nada.
Depois de morto não quero dar trabalho nem despesas a ninguém.

Quero que me lembrem vivo e não morto.
Só morremos quando se esquecem de nós!

Desde sempre e em todas as culturas que existe o ritual da morte, mas poucas perpetuam qualquer acção além do momento da morte.
Para essas culturas a morte é uma transição e a cerimónia na altura da morte é passagem para a nova caminhada. Algumas fazem um festejo fúnebre!

O que desejo a quem fica é que não me chore por ter morrido, mas sim sorria por ter vivido e que continue a lutar!

4 Comments:

Blogger Rui Cabral said...

É mesmo isso, mas sem o caixão ;-)

bjs

7:24 p.m.  
Blogger Isabel Magalhães said...

Eu tb quero ir para o "micro ondas"... mas que as cinzas sejam deitadas no mar.
Ah! E "nas tintas" que me esqueçam depois de morta. Quero é que se lembrem de mim em vida.
Beijinhos, meu jovem amigo! :))) Beijinhos ao Gui, tb! :)

3:49 p.m.  
Blogger Rui Cabral said...

Infelizmente a história prova que o "grande" reconhecimento vem depois do fim...

Mas uma coisa é certa: aproveitar ao máximo o que temos em vida e prolongar o mais possível! :-)

Carpe Diem - Sugar o Tutano da Vida!!! :-)

bjs

10:11 p.m.  
Blogger Isabel Magalhães said...

Carpe Diem! Seize the Day! :)))
***

11:22 p.m.  

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