segunda-feira, dezembro 20, 2004

Adeus!

É com grande tristeza que te vi partir!

O molde que nos moldou quebrou-se faz tempo

Brincámos de fisga no bolso
Construímos castelos nas nuvens
Voámos para destinos incríveis com o vento
Sonhámos ser alguém num impulso

Desbravámos terrenos desconhecidos
Vivemos as mais loucas aventuras
Demos novo significado às travessuras
Até que um dia andámos perdidos

Perdidos até encontrarmos nova encruzilhada
Dessa vez enveredaste por um caminho diferente
Mas nunca me passou pela mente
Gritar: “não vás! Esse caminho não te leva a nada!”

Cruzámo-nos esporadicamente durante a tua viagem
Nos teus olhos vinha o pedaço de vida
Vivido desde a última vez que os olhei
Espiral descendente da decadência onde a esperança é uma miragem!

Perdi-te no tempo e nada fiz para te merecer de novo
Orgulhei-me, de longe é verdade, por cada dia
Que escalaste em direcção à tua felicidade
Levantaste-te e começaste a viver de novo

Foste desde sempre um exemplo para quem te conhece,
Mesmo quando andavas perdido!
Serás sempre lembrado pela força de viver!

Aos risos sinceros
Abraços de irmãos
Anos de felicidade
Tenho de juntar o som dos teus sete palmos de terra!


2 Comments:

Blogger Isabel Magalhães said...

Há momentos em que não é necessário dizer mais nada. Deixo um beijinho como sinal de que passei por cá.

Isabel.

12:41 a.m.  
Blogger MMM said...

não o deixes partir de dentro de ti...
um beijo

11:43 a.m.  

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